terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Neon 2023

Ela sempre sonhou em ter um amor, e teve em diferentes formas, mas nunca o amor romântico.

Foram várias fases: sonhou acordada, idealizou, teve esperança, se desiludiu, questionou e até quase deixou de acreditar. Só não aconteceu porque se estava dentro dela, como poderia não existir?

Mais uma fase passou, aquele tipo de amor não deveria ser para ela, não havia mais dor, apenas se conformou e seguiu.

Quando desistiu de procurar, o amor a encontrou. E acabou acontecendo, onde menos esperava.

Antes, solitária e cheia de cicatrizes, conseguia escrever sobre cada uma das dores por conhecer e conviver tanto, agora em paz, finalmente ama e é amada.

Exatamente do jeito que sempre sonhava! É difícil até acreditar, a realidade também pode ser doce.

Agora há dificuldade para se expressar, exatamente por estar vivendo emoções, sensações desconhecidas, não dá para explicar, só sentir.

Finalmente não sente necessidade de escrever, não há mais dor e  solidão. Só deseja agora viver, e se for  um sonho, não a acorde.

 

sábado, 16 de abril de 2022

Alguns pensamentos sobre suicídio

Sim, eu já tentei, três vezes. O medo de sobreviver e ficar pior me impede de novas tentativas, porém a vontade nunca desapareceu.

Me sinto frustrada, nem me matar sou capaz, quando vejo notícia de quem consegue, admiro muito e compreendo perfeitamente o sentimento.

Escrevo esse post em plena consciência, não estou em crise. Totalmente realista, falo sem qualquer pessimismo e negatividade, também sem intensidade e com total clareza, portanto não são pensamentos carregados por uma visão doente.

Então, existem vários problemas de saúde mental deturpando a cabeça das pessoas, conduzindo ao ato extremo sem possibilidade de compreensão para outras saídas e alternativas sem ser tirar a própria vida.

Agora o ponto que quero chegar, o meu caso específico. Tenho pensamentos suicidas desde a adolescência e confesso, naquela época era uma medida descabida, falava totalmente sob a ótica borderline. Impulsiva.

Nos dias de hoje é diferente, vamos aos fatos: não tenho família (leia-se: alguém que se importe comigo, me ame e que sentiria minha falta se não estivesse aqui), não tenho amigos, não tenho um amor, não sou útil para a sociedade e o principal, não tenho renda.

Considerando tudo, racionalmente, por qual motivo eu deveria continuar vivendo? Não tenho absolutamente nada, literalmente. 

Pelo contrário, minha existência causa dor e infelicidade.  Minha presença incomoda, atrapalha, gera gastos, somente coisas ruins, para os outros e para mim mesma.

Perante tudo isso, não seria melhor para tudo e todos se eu morresse? Porque não tenho esse direito, essa escolha?


quarta-feira, 2 de março de 2022

Motivo de escrever


Durante minha adolescência tinha o costume de escrever poesias sempre quando estava mal para desabafar, aqui no blog cheguei a publicar alguns textos com o mesmo intuito.

Não sei o motivo, mas em algum momento comecei a ter dificuldades com a escrita, a necessidade de colocar tudo para fora se mantém, entretanto não consigo mais me expressar com as palavras.

Certa vez decidi fazer o caminho oposto, em vez de escrever nas tristezas, iria começar a registrar as felicidades. Até imaginei reler quando estivesse ruim para tentar melhorar.

Registrar coisas boas acabou não dando certo, sem pessimismo, a realidade: nada de bom acontecia e portanto parei de vez.

Hoje, sem amigos para jogar conversa fora, me distrair e ter apoio, a vida se tornou muito mais pesada e difícil.

Logo, precisava encontrar alguma maneira de externar meus sentimentos para não explodir, decidi então voltar a postar por aqui, mesmo não conseguindo entregar algo mais poético, inspirador, bonito ou para mexer de alguma forma se alguém for ler...

Simplesmente minha válvula de escape, caracteres jogados ao vento completamente sem nenhuma pretensão, somente para não surtar guardando tudo para mim.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Minhas irmãs

 

Tenho duas irmãs mais velhas, geração diferente da minha, fator contribuinte para a dificuldade na relação nos últimos tempos.

Sempre valorizei muito a família, elas eram tudo para mim. Cresci muito apegada, admirava cada uma nos detalhes, era difícil não estar perto delas.

Por essa grande diferença de idade, enquanto elas estavam casando, eu ainda era uma criança. Corta para a pré-adolescência e eu sofri abusos sexuais dos maridos das duas.

Sofri bem mais pelo fato de ter acontecido na família feliz e perfeita, sofri porque atingia as minhas irmãs, me calei porque não queria trazer sofrimento e destruição. Não queria ser a culpada.

Pensei ter conseguido lidar muito bem com tudo, os anos passaram, tinha alguns sinais como: constantes pensamentos suicidas, automutilação, baixa autoestima, insegurança e sofrimentos intensos, mas pensava que eram só características minhas, talvez uma fase da adolescência.

Somente na vida adulta recebi o diagnóstico de borderline e ao pesquisar sobre o transtorno comecei a identificar e compreender, o quanto destruiu minha vida e minhas relações.

As irmãs ficaram sabendo dos abusos e abusadores em momentos diferentes, não houve acolhimento.

Não consigo falar sobre minha saúde mental porque elas têm o pensamento de antigamente, do tipo: depressão é falta de força de vontade, frescura... 

Querem que eu me cure, procure ajuda, mas não percebem que o tratamento delas contribui muito para o meu atual estado que é viver de crise em crise.

Vivo num ambiente extremamente tóxico, já tive vergonha de falar sobre tudo isso, mas agora mais consciente sobre tudo prometi nunca mais me calar e falar sempre que tiver oportunidade.

domingo, 27 de fevereiro de 2022

O borderline destruiu minhas amizades


"Do terceirão para a vida", é meme, mas para mim era real. 

Eu tinha um amigo, acreditava e cuidava para a nossa amizade ser para até o fim dos meus dias. Não era exagero, era muito especial para mim. Inclusive tem post sobre ele aqui no blog... 

Tive mais um outro amigo, esse foi da internet para o offline, mesmo morando em cidades diferentes conseguimos quebrar a barreira, ele fazia a minha vida mais alegre. 

Amigas recentes, se tornaram como velhas companheiras, tudo tão intenso e cheio de sentimento. 

O que todos têm em comum? 

Além de parte da minha vida, era disposta a fazer tudo por eles e nossa amizade, mas o borderline, o medo do abandono, despertou crises. 

Ninguém soube lidar, compreender, era o borderline gritando. É momentâneo, é impulsivo, é destrutivo. 

Não é algo para se desistir de alguém, é preciso compreensão e paciência para lidar com minhas inseguranças. Meus esforços de mostrar sobre o transtorno para aprenderem e identificarem, foi em vão. 

Perdi minhas amizades e embora sinta falta, sei que qualquer relacionamento precisa ser uma mão de via dupla, cada um precisa ceder e depositar a mesma quantia. 

Somente eu cedia, depositava a maior quantia, corria atrás, pedia desculpa, nada orgulhosa e disposta a dar o braço a torcer, mas estava só nessa e por isso, mesmo amando cada uma dessas pessoas, deixei ir. 

Solidão, dor, saudade, mas consciência tranquila, se não desejam minha amizade e meu amor, não há mais nada a fazer.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Gaveta Virtual, o retorno!

Para todos que gostavam das postagens do blog, uma notícia boa: ele voltou, mas dessa vez no Instagram @gavetavirtual, siga para continuar acompanhando as publicações (agora) diárias dos produtos mais criativos da internet! Te encontro lá.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Ouvir, acreditar e acolher

Encontrei esse depoimento na página "Quebrando o Tabu" no Facebook. Quem escreveu foi Bel Saide. Resolvi postar porque somente depois de tantos anos comecei a compreender todas as consequências na minha saúde, não só mental, mas também física.

Mental, principalmente o borderline e fisicamente: cistos nos ovários, pólipo e mioma.

Destaquei as partes mais importantes. Hoje, toda minha família sabe quem foram as pessoas que abusaram sexualmente de mim (marido da amiga da minha mãe, ex-marido da minha irmã e meu cunhado, marido da minha outra irmã mais velha). 

Não me senti acolhida e amparada em nenhum momento, pelo contrário. Praticamente adicionaram culpa. Meu jeito de ser, meus problemas e como tudo isso afetou outros familiares.

Não demonstraram qualquer preocupação comigo, como me senti durante todos esses anos, todo o estrago em mim não foi considerado. Somente tudo que causei à família.

Sempre tentam medir problemas e sofrimentos com uma régua, comparando e minimizando de acordo com o grau. Talvez se tivesse sido estuprada e não só abusada eu teria motivo suficiente. 

Resumidamente, a preocupação é que eu faça alguma "besteira" (leia-se: suicídio),  mas não porque me amam ou sou importante, mas sim pelo estrago que posso causar à família.

Por isso amei esse depoimento, ele explica tudo. Como posso me curar se nunca encontrei apoio naqueles que amo e mais precisei?

 Destaquei os meus pontos principais:


“Eu tinha uns 8 anos e fui abusada sexualmente pelo zelador do prédio onde morava.

Hoje tenho 38 e uns dias atrás almoçando com meu pai ele me perguntou se eu me lembrava disso.

É claro que eu me lembro.

Se passaram 30 anos e eu me lembro perfeitamente. 

Me lembro do nome dele: Expedito. Me lembro do rosto dele. E do volume do pau dele que ele acariciava com minha pequena mão. E da mão dele dentro do meu short alisando minha vulva ainda sem nenhum pelo. 

Ele entrava no elevador atrás de mim quando eu estava indo ou voltando das brincadeiras no play

Como na maioria dos casos de abuso infantil não houve estupro. 

Não sei quantas vezes foram, mas foram algumas. Não sei por quanto tempo aconteceu mas não foi por muito.

Antes disso começar a acontecer eu gostava dele, achava ele legal e talvez por um sorriso ou algum gesto carinhoso infantil ele se sentiu nesse direito. E isso durou apenas o tempo até eu perceber que ele não estava mais sendo legal e que tinha alguma coisa errada naquilo.

Tomei coragem e contei pro meu irmão.

"Vou te contar um segredo mas você vai jurar que não vai contar pro papai e pra mamãe"

Meu irmão é mais novo que eu. Se eu tinha 8 ele tinha 5 ou 6. Numa maturidade e sensatez improváveis para a idade ele percebeu que não podia cumprir o que havia me prometido e contou para minha mãe, que obviamente contou pro meu pai.

Me lembro bem desse dia também. Quem conhece meu pai sabe que ele é um cara calmo. Eu nunca havia visto e nunca mais vi meu pai daquela forma. Ele ficou transtornado, fora de si. Me lembro do rosto dele vermelho de raiva. Nunca em toda a minha vida vi ou soube do meu pai agredir fisicamente alguém. Ele desceu pelas escadas sem nem esperar o elevador, foi ate o pedófilo que trabalhava tranquilamente na portaria e esmurrou a cara dele. Subiu pra garagem, pegou a tranca do carro e voltou talvez disposto a matá-lo. Felizmente não deu tempo, pois o cara já havia fugido e nem a polícia nunca mais o achou (digo felizmente pelo meu pai, pela minha família, pelo desdobramento muito pior que teria sido).

Nesses 30 anos cresci, me tornei mulher, fiz faculdade, fiz amigos, namorei, amei, fui amada, tomei pé na bunda, tive dor de cotovelo, transei, gozei, tive filho, pari de parto normal, trabalho, realizo meus sonhos, não tenho vida perfeita mas sou muito muito feliz. 

Contei essa historia poucas vezes porque poucas vezes me lembro dela. 

Nunca senti que isso tivesse me refletido grandes problemas.

Não me sinto traumatizada.

Sou ginecologista, feminista e já conversei com muitas mas MUITAS mulheres que viveram abusos semelhantes.

Percebo que a maioria delas carrega uma dor profunda, em maior ou menor grau. Muitas têm como sequela dificuldades em diversos aspectos da vida, muitas desenvolvem sérias doenças ginecológicas em consequência. Eu menstruo sem dor. Meu útero é saudável.

Eu estranhava isso.

Por quê?

Será que elas são mimizentas e eu sou fodona? Não não, não mesmo. Vi isso em várias mulheres tão ou mais fodas do que eu. 

Será então que talvez eu esteja me iludindo e isso sim me influencie de uma forma terrível que não percebo e eu tenha um trauma em algum lugar que eu nem sei?

Meu pai até chegou a achar que eu havia apagado isso para não sofrer...mas não, eu me lembro bem!! 

Mas não sofro...

Me preocupei.

Então, numa sessão recente de ThetaHealing contei o fato à terapeuta e ela com uma técnica na qual através dos sinais do corpo consulta as memórias inconscientes confirmou que realmente eu não carregava aquilo. 

E então brilhantemente ela matou a charada: eu não tinha traumas, eu não me sentia sequer culpada porque eu fui IMEDIATAMENTE COMPLETAMENTE ACOLHIDA.

Por TODOS a minha volta.

Por meu irmão que mesmo tão pequeno me ouviu, acreditou em mim e cuidou de mim, levando o assunto a quem deveria levar, impedindo assim que aquilo se prolongasse ou piorasse. 

Por meus pais que nem por um segundo sequer duvidaram de mim, nem sequer me perguntaram nada. Até pelos vizinhos do prédio que sabendo de tudo nunca me abordaram com questionamentos de nenhum tipo, assim como não insinuaram que meus pais não me protegeram daquilo. Como eles poderiam me proteger? Me trancando dentro de casa? Ora, mas eu estava em casa, estava no meu prédio! Onde estamos nós mulheres protegidas? 

Eu era a vítima, completamente e o tempo todo a vítima. Uma criança indo brincar. Ele era o abusador. Ele e somente ele o culpado. 

Senti vergonha, mas não passei por constrangimentos.

Fui acolhida por meu pai que reagiu à altura e rapidamente.

Meu pai me contou nesse almoço que foi à delegacia prestar queixa. Eu não sabia porque ele não me levou! Ele não me submeteu a corpo de delito.

Fui acolhida até mesmo pela delicadeza dele em só tocar nesse assunto comigo agora que já sou adulta e bem adulta, ele sequer sabia exatamente o que havia se passado com detalhes. NUNCA havia perguntado. 

Na ocasião só quem conversou comigo foi minha mãe, que certamente notou que eu estava bem e, se mantendo atenta, deixou passar. Dos dias posteriores só me lembro do meu pai com a mão engessada. 

Eu sentia pena dele ter se machucado, mas sentia um certo orgulho, aquele gesso me recordava que eu tinha quem me protegesse.

O fechamento em mim dessa história 30 anos após nessa sessão terapêutica me traz profunda gratidão à minha família e profunda reflexão também, por isso precisava muito relatar isso. 

Nenhuma mulher - nem mesmo as inocentes meninas - está livre de passar por isso em nenhum lugar. 

Mas o grau de dilaceração na alma dessa mulher possivelmente seja variável de acordo com o que se sucede nos mínimos momentos imediatamente após.

Reflitam também.

Gratidão por me ouvirem.”

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Consegue preencher sem mentir?

Depois de um ano inteirinho sem aparecer por aqui, justo 2019 completando 10 anos de blog, aqui estou eu postando normalmente como se nada tivesse acontecido.

 A Sininhu me marcou numa brincadeira e a Tayra reforçou o convite. Relembrando nossos memes:


 

1. Qual foi a última coisa que colocou na boca?
Água

2. Onde foi tirada a sua foto de perfil?
Na casa da minha irmã

3. Pior dor física que teve na vida?
Quando era criança, estava sentada num balanço e prenderam uma mola de ferro acima de mim. Esticaram até o fim e soltaram. Veio direto no meu rosto...

4. Lugar preferido que já esteve?
Abraço da minha mãe

5. Até que horas ficou acordada na noite passada?
Passava da 1h30

6. Se você pudesse mudar para outro lugar, onde seria?
Alguma cidade do Interior

7. Quem dos seus amigos do Facebook mora perto de você?
Uma que costumo encontrar quando corro em grupo

8. Quando foi a última vez que você chorou?
Ontem, assistindo filme

9. Quem tirou a foto do seu perfil?
99% das minhas fotos sou eu mesma que tiro

10. Qual é a sua estação do ano preferida?
Primavera

11. Se você pudesse ter qualquer carreira, qual seria?
Qualquer uma que envolvesse o corpo em movimento, como dança ou esporte

12. Qual foi o último livro que leu?
Correr - Dráuzio Varella

13. Se você pudesse conversar com qualquer pessoa neste momento, quem seria?
Minha mãe

14. Você é uma boa influência?
Não

15. Abacaxi fica bom na pizza?
Para quem gosta, sim

16. Você tem o controle remoto, qual canal você escolhe?
Dou uma passada por todos os canais e acabo desligando 

17. Pessoas que gostaria que brincassem também:
Você! Você mesmo que está lendo, e se fizer me mande!

18. Último show que foi?
Faz tanto tempo que nem me lembro. E aproveitando o assunto, só gostaria de dizer que vou sofrer agora em Março por não ter conseguido ingresso para o show dos BSB

19.Último filme que viu no cinema?
Escape Room

20. Série/novela que está vendo?
Nenhuma

21. Tipo de comida?
Italiana

sábado, 22 de dezembro de 2018

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Jogo para ganhar dinheiro

https://quize.com.br/#how-it-works
Clique na imagem para baixar o app

Trago uma dica (disfarçada de um pedido para vocês, já explico) de um jogo para celular, no qual estou viciada no momento.

Ele é diferente de qualquer outro, primeiro por ter premiação em dinheiro (!) e segundo por ser ao vivo, não dá para jogar quando bem entender. Um apresentador comanda o game em horários determinados.

São 15 perguntas com 2 alternativas cada, você tem apenas 10 segundos para responder. Ganha quem acertar todas as questões.

Agora vamos aos detalhes, durante a semana são 2 rodadas diárias (13h30 e 21h) o tema das perguntas é Variedades (conhecimentos gerais, entretenimento, etc). Segunda, quarta e sexta tem o especial sobre esportes às 19h30, nos finais de semana geralmente tem uma partida (horário informado nas redes sociais, Instagram: @quize_oficial e Facebook: Quize Oficial).

A premiação varia, ultimamente a de menor valor é 750 reais e os maiores valores podem ir de 1500 até 50 mil (no caso, são especiais, 50 foi a maior até o momento).

O prêmio é dividido entre todos os ganhadores,  logo é muito comum ganhar centavos, mas eles são acumulados e quando soma a quantia mínima de 50 reais dá para solicitar o cartão com o prêmio.

Para facilitar o jogo é possível conseguir pulo (adquirido através de códigos trocados entre jogadores) e vida (inserindo nome de algum jogador). O pulo, como diz o próprio nome é para pular a questão que você não sabe a resposta e a vida é para continuar no jogo após ter errado a alternativa.

Só vale usar um pulo e uma vida em cada rodada, uma dica é mesmo se já estiver fora da chance de ganhar, continuar respondendo, pois eles costumam repetir pergunta em outras partidas.

Finalizando, disse ali em cima ter um pedido para vocês, aqui vai: se baixarem o jogo entre no seu perfil e na parte onde tá escrito referência coloquem meu nome: annemarie (eu e você ganhamos uma vida cada um). 

E para conseguir um pulo, digite o código no 'quero +': XD5E89 (dá para digitar códigos de várias pessoas e ir juntando pulos).

Diverte, distrai, aprende e ainda corre o risco de ganhar um dinheirinho. Na maioria dos jogos não ganhamos nada mesmo... Qualquer dúvida, mande aí nos comentários!

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Sou borderline


Síndrome de Borderline ou transtorno de personalidade borderline é um transtorno mental grave caracterizado por um padrão de instabilidade contínua no humor, no comportamento, auto-imagem e funcionamento.

Os sintomas mais comuns  da síndrome de borderline englobam instabilidade emocional, sensação de inutilidade, insegurança, impulsividade e relações sociais prejudicadas. 

Essas experiências geralmente resultam em ações impulsivas e relacionamentos instáveis. Uma pessoa com Síndrome de Borderline pode experimentar episódios intensos de raiva, depressão e ansiedade que podem durar de apenas algumas horas a dias.

Algumas indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline também apresentam altas taxas de ocorrência em conjunto de outros transtornos mentais, como distúrbios do humor, transtornos de ansiedade e distúrbios alimentares, além de abuso de substâncias, automutilação, além de pensamentos e comportamentos suicidas. 

Indivíduos com Síndrome de Borderline podem alternar momentos em que estão estáveis com surtos psicóticos, manifestando comportamentos descontrolados. 

A Síndrome de Borderline também pode ser chamada de Transtorno de Personalidade Limítrofe.


Pessoas Borderline podem sofrer mudanças extremas de humor e podem demonstrar incertezas sobre quem são. Como resultado, seus interesses e valores podem mudar rapidamente.

Os principais sinais incluem:

  • Esforços frenéticos para evitar o abandono real ou imaginário. O medo do abandono provoca uma necessidade elevada de nunca se sentirem sozinhas, rejeitadas ou sem apoio. 
  • Um padrão de relações intensas e instáveis ​​com familiares, amigos e entes queridos, muitas vezes passando de extrema proximidade e amor (idealização) a extrema fúria ou ódio (desvalorização). Impulsividade: idealizam pessoas, se apaixonam e desapaixonam de modo fulminante. Rapidamente desenvolvem admiração e desencanto por alguém.
  • Autoimagem distorcida e instabilidade em relação a si mesmo. Baixa autoestima.
  • Comportamentos impulsivos e muitas vezes perigosos, como gastar compulsivamente, praticar sexo sem proteção, abusar de álcool e drogas, conduzir de forma imprudente e compulsão.
  • Comportamentos suicidas recorrentes ou ameaças ou comportamentos autodestrutivos, como a automutilação. Muitos se machucam, queimam, furam, cutucam por vontade de sentir dor. Não é incomum ouvir relatos como “a dor no corpo é melhor que a dor na alma”.
  • Humor intenso e altamente variável, com cada episódio durando de algumas horas a alguns dias.
  • Sentimentos recorrentes de vazio e solidão. Possuem alta sensibilidade à rejeição. Pequenas rejeições provocam grandes tempestades emocionais. Uma viagem de negócios do parceiro pode desencadear reação completamente desproporcional como acusações de rejeição, de abandono e de egoísmo.
  • Fúria, ódio ou raiva intensa ou problemas/dificuldades para controlar a raiva.
  • Presença de pensamentos paranoicos relacionados ao estresse.
  • Mais raramente podem apresentar episódios psicóticos.     

Sinais em situações cotidianas

 Eventos aparentemente comuns podem desencadear sintomas. Por exemplo, as pessoas com Síndrome de Borderline podem sentir-se irritadas e angustiadas por pequenas separações – como férias, viagens de negócios ou mudanças bruscas de planos – de pessoas a quem se sentem próximas. 

Estudos mostram que as pessoas com este transtorno podem ver raiva em um rosto emocionalmente neutro e têm uma reação mais forte às palavras com significados negativos do que as pessoas que não possuem o transtorno.

Os portadores desse transtorno têm medo que as as emoções fujam do seu controle, demonstrando tendência para se tornarem irracionais em situações de maior estresse e criando uma grande dependência dos outros para conseguirem manterem-se estáveis.

Fatores de risco

As causas da Síndrome de Borderline ainda não estão claras. O transtorno de personalidade limítrofe​ pode ocorrer devido a predisposição genética. 

No entanto, experiências emocionais fortes enquanto criança, como enfrentar uma doença ou morte, abuso psicológico, sexual, negligência, terror psicológico, físico, separação dos pais, orfandade podem levar ao desenvolvimento desta síndrome. 


Texto retirado do Vittude                      

2018 ainda estou aqui!

Passando para dizer olá na maior cara de pau, quase um ano sem postar nada. É contraditório, mas apesar de estar abandonado, não o abandonei. Explico, nunca desisti e espero continuar porque aqui estão guardadas muitas recordações e tenho carinho grande por esse espaço.

Ontem olhei algumas postagens e me bateu saudade, fiquei pensando nas minhas agendas e diários, quantas lembranças tinha e acabei jogando fora. Quando descartei foi como um ritual carregado de significado, esperava deixar tudo para trás e recomeçar.

O tempo passou e eu me arrependi, queria ter os registros das vivências e o blog cumpre esse papel.

Gaveta Virtual completará 10 anos em 2019, não posso perder essa marca. O interesse por blogs diminuiu, nem sei se terá alguém acessando, mas a linha sempre foi essa: mais pessoal e sem qualquer pretensão, logo continuarei escrevendo! 

Uma das mudanças nesse tempo sem aparecer por aqui: assumi a miopia XD

domingo, 15 de outubro de 2017

Tag: 15 fotos

Amo responder tags, vivo procurando alguma para fazer e atualizar o blog, mas como podem notar anda difícil encontrar uma. Essa deu um pouco de trabalho por conta da montagem.

A seleção de cada foto é através de um tema e em seguida uma breve explicação sobre o motivo da escolha, a maioria eu peguei no Instagram mesmo: @annekawata

  1. Amo: puro amor, meu treinador e minha amiga Ohana me abraçando juntos, foi inesperado e dá para perceber o quanto estava feliz;
  2. Odeio: se não bastasse a péssima qualidade da imagem, eu ainda coloquei um efeito horrível;
  3. Triste: Caramela morreu muito cedo e eu fico triste quando lembro seus últimos momentos, apesar de não ter presenciado;
  4. Feliz: festa de aniversário surpresa no Ibirapuera;
  5. Foto atual no Whatsapp: essa não precisa de explicação;
  6. Amava antes e agora odeia: amava porque é o registro da minha primeira participação em corridas de rua, odeio porque encurtei o comprimento da medalha para caber na imagem e acabou ficando muito estranha;
  7. Última viagem: Saquarema/RJ para visitar um amigo muito especial;
  8. Gosto em segredo: como é segredo, continuará assim;
  9. Antiga favorita: gosto dessa foto, do look e sinto falta dessa galocha;
  10. Criança: foto preferida da infância com o amor da minha vida;
  11. Selfie favorita: atual do meu perfil no Facebook;
  12. Foto para o meu funeral: pode ser qualquer uma bem apresentável;
  13. Foto com amigos: amizade de 22 anos;
  14. Roupa que adora: não é das mais adoradas, mas gostei muito do conjunto;
  15. Última foto do Instagram: título autoexplicativo

sábado, 9 de setembro de 2017

A minha, a sua e a nossa (?) amizade

Nenhum relacionamento pode ser mantido se não houver reciprocidade, e hoje não estou falando de amor, mas sim de amizade.

Costumo dizer que eu não me afasto de ninguém, as pessoas me afastam. Se me sinto desvalorizada e percebo indiferença, como posso continuar mantendo o laço se só parte do meu lado?

Amizades foram desfeitas, outras tentam sobreviver,  algumas nasceram, prometeram muito, mas seguem perdendo forças.

Em todos os casos sigo de consciência tranquila, porém chateada. Sempre ofereço o meu melhor, não costumo falar da boca para fora, ouvi tanto discurso bonito e nos meus piores momentos me encontrei totalmente sozinha.

Isolada, se não te procuro, se te cortei, tudo tem um motivo e dessa vez não sou eu, é você. Eu sempre estive aqui, se falo algo, cumpro. Sem falsas promessas.

Meu carinho, minha doação, minha amizade é para valer. Não estou só nos momentos bons e de calmaria.

Reconheço e valorizo quem eu gosto, quero realmente levar junto comigo e não deixar pelo caminho.

Tantos acontecimentos, sentimentos, confusão, pressão aqui dentro, não consegui me expressar como gostaria, joguei um punhado de palavras somente para aliviar um pouco.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Compulsão alimentar


Sempre quando comento com alguém sobre sofrer com compulsão alimentar, ninguém leva a sério e muito menos acredita. Talvez seja por ser considerada muito magra, mas não tenho e nunca tive anorexia ou bulimia.

Esporadicamente consigo manter certo controle sobre a minha alimentação, mas me sinto vulnerável a ter a qualquer instante, episódios compulsivos.

Desconto todos os sentimentos negativos nas comidas.

Como muito rápido, em grandes quantidades e só consigo parar quando os alimentos acabam ou quando começo a passar mal.

Vira um ciclo difícil de sair, acabo engordando e me sentindo pior ainda. E continuo a comer descontroladamente.

No momento tenho ela sob controle e espero continuar assim. O mais complicado é esse meu combo: depressão, ansiedade e compulsão alimentar.

Me sinto uma bomba prestes a explodir a qualquer momento... Estou bem, mas não sei até quando.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Uma foto qualquer, palavras aleatórias, oi!


Estava com vontade de postar algo por aqui, até escrevi rascunho de um desabafo qualquer, pensei em responder uma tag, mas a verdade é que nenhuma das ideias foi para a frente por falta de inspiração.

Gosto muito desse blog, tenho muitas lembranças que gosto de ter registradas para rever. Ele anda abandonado, mas nunca esquecido, não quero acabar com ele.

Então resolvi publicar qualquer coisa mesmo, só para dar um oi e tirar a poeira. Eu e ele seguimos vivos, mesmo que ninguém vá ler.

A ideia de ter uma gaveta virtual é justamente essa, ir jogando coisas aleatórias... Quantas vezes não guardamos algo que pensamos "um dia vou precisar", e aí esse dia nunca chega e na primeira limpeza descartamos.

Hoje não acrescentei nada de relevante nessa minha gaveta, mas eu precisava matar essa vontade e saudade desse meu cantinho na internet.

Talvez volte nos próximos dias, sigo pensando em algo para atualizar este espaço.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Break Free

Quando entrei para o mundo da corrida vivenciei tudo muito intensamente. 5,10,15 e 21 km conquistados um atrás do outro.

Me alertaram para o risco de overtraining, mas eu estava tão feliz, me fazia tão bem... Não sentia nenhum exagero da minha parte, a evolução ocorreu naturalmente.

E então acabei me lesionando, passei por 3 médicos, tomei uns 4 anti-inflamatórios diferentes, fiz ultrassom e estava tudo direitinho.

Daqui a 2 semanas poderá voltar a treinar e correr disse o primeiro médico. Em 21 dias estará recuperada e poderá correr a São Silvestre, sem dúvidas! Sentenciou o segundo médico.

O tempo foi passando e nada de melhorar, eu mal podia andar e como poderia correr?! (Já completei 2 meses parada).

E então assisti esse vídeo, a história é bem diferente da minha, mas o sentimento é o mesmo.


Tradução perfeita de como eu me senti durante todo esse tempo sem poder correr. Outro dia vi essa frase: "Não corro para esquecer a vida, mas para lembrar que ela existe".



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Meu relicário

No começo do ano passado fiz um post falando sobre essa pulseira com relicário, passei muito tempo desejando e fazendo compras imaginárias.

Perdia um tempão olhando todos os charms, escolhia alguns e montava uma pulseira, perdi até a conta de quantas vezes fiz isso.

http://www.bysorelle.com.br/


E então nesse ano, finalmente comprei a minha! Selecionei 4 charms por receio de não caber e quando chegou percebi, ainda havia espaço para mais um #chateada

Queria muito o livrinho de receitas, o problema nem é o preço (custa 6,50 cada), mas o tamanho minúsculo dele. Imagina fazer o pedido só com isso?!

Sobre as minhas escolhas: Letra M, inicial do nome de uma pessoa muito importante e especial na minha vida. Coração com silhueta de mãe e filha, há 10 anos perdi a minha mãe e a saudade ainda dói demais. Cristal lilás de coração representando o amor. E o tênis significa minha paixão pela corrida.

Ah, e a florzinha rosa veio de brinde.

O mais legal são as diferentes formas de personalizar, além de pulseira tem corrente e chaveiro. Se não quer esse formato redondo pode escolher gota ou coração.

Prateado, dourado, rosê e preto são as opções de cores. Tem plaquinhas com palavras escritas para usar como fundo, pedrinhas, pérolas ou cristais podem acompanhar os charms (são tantos modelos diferentes para escolher!). Outra opção é comprar só o relicário e colocar uma fotinho.

Quem quiser dar uma olhada no site onde comprei é só clicar na imagem.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Almofadas para alfinetes

Eu não sei costurar, mas tenho uns kits para emergências. Alguma coisa ou outra sempre precisa fazer, como pregar um botão, costurar alguma parte solta, fazer a barra da calça, etc.

E assim vamos nos virando, para não prender a agulha na cama e no sofá e depois esquecer onde estava, a melhor coisa é ter uma almofadinha e deixar todas as agulhas e alfinetes em um lugar só.

Quando vi esses três modelos super divertidos amei demais a criatividade, fiquei querendo!

https://www.amazon.com/Fred-DESK-DONUT-Push-Holder/dp/B01LYJLWY5/ref=as_li_ss_tl?ie=UTF8&qid=1481676323&sr=8-1&keywords=Desk%2BDonut%2BPushpins&linkCode=sl1&tag=canyougetthrough-20&linkId=3883174fe84b70fdff7b9b03d2c37b20&th=1


sábado, 28 de janeiro de 2017

Meu maior sonho (de corredora) do momento

Primeiramente, não se trata de um desejo meramente consumista. Tem toda uma história por trás, tudo começou quando eu conheci a Adidas Runbase, então comecei a treinar, expliquei todo o meu amor pela corrida aqui e a minha gratidão ao meu treinador.

Quem me conhece ou me segue no Instagram (@annekawata) já percebeu o quanto estou apaixonada pela Adidas, a marca me conquistou totalmente. 

Me tornei corredora na Runbase, dos 5 km aos 21 km em menos de um ano! Se antes eu não conhecia e nem ligava para tênis, agora é bem diferente.

Especialmente para quem corre a Adidas focou no amortecimento, estabilidade e leveza. E um grande diferencial: a tecnologia Boost. São milhares de cápsulas de energia visíveis que se acumulam e liberam energia infinita cada vez que o pé toca no chão.


Vários modelos possuem essa entressola, inclusive eu tenho o Supernova Glide Boost, mas agora estou desejando demais, demais, demais um Ultraboost. Ele é o que possui o maior amortecimento e propulsão de todos.


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